Câmaras portáteis
As câmaras de mão, de corpo, de drone e de veículo entram no mesmo sistema: o que gravaram em campo e também o que estão a ver agora.

Quatro tipos de equipamento
De mão, de corpo, de drone e de veículo. Não há uma via diferente por marca.
Cinco vias de entrada
USB, base de carga, cartão SD, nuvem do fabricante e em direto. O que já se usa entra como está.
O mesmo detetor que o vídeo em direto
Um achado diferido não se julga com outra bitola que um de câmara fixa.
O achado engata-se ao ativo
E daí sai para um programa de deteção e reparação ou para quantificação de emissões, não para uma pasta.
Por que importa
O trabalho de inspeção acaba num cartão de memória. Alguém leva-o a um portátil, vê os ficheiros no visualizador do fabricante, escreve um relatório e envia-o por email. Seis meses depois ninguém encontra a imagem que justificava a reparação, e o equipamento inspecionado não tem esse achado no seu processo.
Como funciona
- 01
Quatro categorias de equipamento — mão, corpo, drone e veículo — com cinco vias de entrada: USB, base de carga, cartão SD, a nuvem do fabricante, ou ao vivo por SRT e WebRTC.
- 02
Oito tipos de ficheiro, incluindo os que importam mesmo: imagem térmica com os seus graus, sequência radiométrica e telemetria. Não se importa um JPEG colorido: importa-se a medição.
- 03
Um agente de sincronização com instalador por plataforma fica a olhar para a base ou a pasta e carrega o novo sozinho. A inspeção não depende de alguém se lembrar.
- 04
O vídeo de campo estabiliza-se e passa pelo MESMO detetor que o vídeo ao vivo. Um achado diferido não vale menos do que um ao vivo: vale o mesmo, e pode reprocessar-se quando o detetor melhora.
- 05
Cada achado liga-se ao ativo, e daí sai para um programa de deteção e reparação ou para quantificação, com o seu relatório em PDF.
Na prática
A ronda de fugas que acaba no processo do equipamento
Um técnico percorre a fábrica com uma câmara ótica de gás. Ao voltar, deixa o equipamento na base. O sistema carrega a sessão, analisa-a, marca as fugas e deixa-as penduradas no equipamento que as tem — com data, vídeo e o prazo de reparação a correr.
Capacidades
- De mão, de corpo, de drone e de veículo
- USB, base, cartão SD, nuvem do fabricante e ao vivo
- Imagem e vídeo térmicos, sequência radiométrica e telemetria
- Agente de sincronização com instalador por plataforma
- Mesmo detetor que o vídeo ao vivo
- Reanálise quando o detetor melhora
- Achado → ativo → reparação ou quantificação
- Telemóvel ou tablet como câmara ao vivo
O que ainda não
- A entrada pela nuvem do fabricante depende de essa nuvem ter interface. Onde não há, a via é a base, o cartão ou o USB — e isso diz-se na entrada em operação, não depois.